Ao longo de 30 anos, o CFEMEA tem apontado que, apesar de toda a atuação dos feminismos, dos movimentos negros e LGBTIs, nós ainda somos extremamente sub-representad@s, tanto do ponto de vista descritivo (presença) quanto do substantivo (plataformas e políticas). Após várias reformas eleitorais e décadas de luta, ainda não ocupamos os espaços de poder proporcionalmente ao espelho do contingente da sociedade. Essa sub-representação está presente em todos os cargos e em todos os níveis (municipal, estadual/distrital e federal), como pode ser concluído da análise dos resultados dos pleitos eleitorais, que fizemos na Série Histórica Mulheres e Eleições.Ao longo de 30 anos, o CFEMEA tem apontado que, apesar de toda a atuação dos feminismos, dos movimentos negros e LGBTIs, nós ainda somos extremamente sub-representad@s, tanto do ponto de vista descritivo (presença) quanto do substantivo (plataformas e políticas). Após várias reformas eleitorais e décadas de luta, ainda não ocupamos os espaços de poder proporcionalmente ao espelho do contingente da sociedade. Essa sub-representação está presente em todos os cargos e em todos os níveis (municipal, estadual/distrital e federal), como pode ser concluído da análise dos resultados dos pleitos eleitorais, que fizemos na Série Histórica Mulheres e Eleições.

 

O Cfemea iniciou sua atuação nessas eleições lançando a campanha “Política Feminista para Transformar o Poder” para buscar “conectar as eleições ao contexto político de crise, denunciar a anormalidade do que estamos vivendo e os limites do nosso sistema e de nossa cultura política, além de alertar para a presença crescente de candidaturas parlamentares – no âmbito federal, mas também nos estados e governos – que se colocam contra os direitos das mulheres, da população negra, dos povos tradicionais e da classe trabalhadora”.

 

Com a campanha, estamos apontando que, a depender das forças políticas que terão acesso ao poder institucional, os retrocessos trazidos com o (des)governo de Michel Temer podem se agravar após as eleições, consolidando as perdas em curso. Nos últimos dois anos, testemunhamos a ascensão de forças conservadoras que tomaram para si as instituições, reforçando em nosso sistema político seus já estruturantes aspectos racistas, misóginos e classistas (elitistas), alijando ainda mais setores da população historicamente marginalizados, além de um forte afã privatizante de setores e de serviços públicos.

 

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