via Plataforma pela Reforma do Sistema Político

 

Compreendendo a importância de aglutinar forças para as estratégias de enfrentamento aos retrocessos vivenciados no Brasil no último período, a Plataforma dos Movimentos Sociais pela Reforma Política reúne, nos dias 8 e 9 de agosto, movimentos, organizações, coalizões, redes e representantes da mídia alternativa que organizaram, no último período, ações com o objetivo de mobilizar a população em torno do combate ao cenário de retirada de direitos.Compreendendo a importância de aglutinar forças para as estratégias de enfrentamento aos retrocessos vivenciados no Brasil no último período, a Plataforma dos Movimentos Sociais pela Reforma Política reúne, nos dias 8 e 9 de agosto, movimentos, organizações, coalizões, redes e representantes da mídia alternativa que organizaram, no último período, ações com o objetivo de mobilizar a população em torno do combate ao cenário de retirada de direitos.

 

Reconhecimento das iniciativas e ações

 

No primeiro momento, na parte da tarde do dia 8 de agosto, as diversas iniciativas participaram de uma roda de conversa fazendo parte de um processo de reconhecimento das diversas iniciativas e as suas convergências. Representativa, a primeira parte das Rodas de Conversa, teve, ao menos,  16 agendas ativas de enfrentamento aos desmontes.

 

Para Carmem Silva, representante do SOS Corpo, uma das organizações que integram a Plataforma, “esse primeiro espaço foi de reconhecimento e de confluências no sentido de apoio mútuo, estamos pleiteando que cada iniciativa, que tem a sua própria rede, leve no debate as outras iniciativas, de outras organizações, para os espaços onde atuam”.

 

Mais direito, mais democracia

 

A noite aconteceu o debate público, sob o tema “Como enfrentar os desmontes: mas direitos, mais democracia”. Foram oito as apresentações das iniciativas e estudos apresentados.

O DIAP e a CUT trouxeram uma análise política dos dados das representações no Congresso Nacional. Na análise do DIAP, os setores mais conservadores, ligados ao setor empresarial, ao setor ruralista e o fundamentalismo religioso podem avançar nas próximas eleições.


A Plataforma Dhesca, apresentou a campanha “Não aos cortes sociais, direitos valem mais”, tendo como grande desafio se contrapor o fundamentalismo econômico, contra as medidas que estão retirando direitos a partir de um discurso de sacrifício contra os mais pobres, contra as mulheres, a juventude e os trabalhadores e trabalhadoras. A Rede Muna apresentou sua plataforma, em que a discussão da mulher negra na política é o seu grande pilar, com a campanha “mulheres negras decidem”, como uma forma de mobilização para fortalecer o potencial das candidaturas de mulheres negras.


A Articulação de Mulheres Brasileiras (AMB) trouxe para o debate a importância de pensar as estratégias de enfrentamento para além das eleições, pensando em um contexto maior,  estrutural, que precisa, inclusive, questionar o sistema pelo qual a política é vivenciada no Brasil. A ABONG apresentou a defesa de uma agenda democrática, em que pactos de democratização da política e da economia fossem o alicerce.


A Plataforma Vamos apresentou a organização dos processos de mobilização que envolvem núcleos de organização em torno de 7 pontos que envolvem, sobretudo, a reivindicação da participação popular na política. O Projeto Brasil Popular expôs no debate um modelo de desenvolvimento popular, soberano e igualitário, que envolva uma prática que resulte na melhoria da qualidade de vida do povo brasileiro.


Finalizando, a Plataforma dos Movimentos Sociais pela Reforma Política apresentou seus eixos de incidência política, a partir do questionamento do exercício de poder. Para a Plataforma, o grande desafio, nesse momento, é pensar sujeitos políticos que são inviabilizados e precisam participar do exercício do poder.

   
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