Reivindicações relativas à Saúde e Previdência são prioridades nas articulações das trabalhadoras rurais. Nas últimas décadas, as lutas por melhores condições de vida possibilitaram a conquista de muitos direitos: aposentadoria, salário-maternidade e o auxílio-doença. No entanto, o que permanece para as camponesas é o desafio de que estes direitos sejam garantidos na prática. Barreiras não faltam para isso, pois até a comprovação de atividade no trabalho rural para a mulher é difícil.

No Congresso Nacional, a representante da Articulação Nacional das Mulheres Trabalhadoras Rurais (ANMTR), Justina Cima, levou à Comissão Especial de Reforma da Previdência Social, as demandas de quem vive em regime de economia familiar e se vincula à Previdência Social na condição de segurad@ especial. Entre várias questões, ela ressaltou a importância, para este segmento, de se "eliminar a exigência de carência para a concessão do benefício da licença-maternidade, uma vez que a proteção à maternidade é uma garantia constitucional e está acima de qualquer exigência legal".

   
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