Já garantiu a sua inscrição no Fórum Internacional "Para Além do Homicídio: Compreendendo o Feminicídio e a Violência Sexista e de Género"?
Premiação será para estudantes que querem seguir carreira científica
Ao longo dos últimos 45 anos, as lutas feministas forjaram as condições políticas que criaram as leis e instituíram as políticas públicas que transformaram profundamente a maneira como o Estado brasileiro e a sociedade compreendem as violências contra as mulheres
O Laboratório de Estudos de Feminicídios da Universidade Estadual de Londrina (LESFEM/UEL) publica o Informe Técnico Temático nº 2, Filhas e filhos de vítimas de feminicídio no Brasil: dimensão, invisibilidade estatística e restituição de direitos nos casos consumados e tentados.
Plataforma orienta como acionar os conselhos tutelares
Dia 29 de agosto de 2026, último sábado, as mulheres do II Laboratório Organizacional Feminista para Sustentação da Vida – Território: Distrito Federal e Entorno, realizado em parceria pela CFEMEA e o MST, se encontraram na Casa de Farinha do Acampamento 8 de Março, em Planaltina (DF), para realizar sua primeira farinhada. Foi um marco importante de nossa caminhada para a construção da Cooperativa Feminista
Realizado pela FENATRAD e pelo Conselho Nacional das Trabalhadoras Domésticas, encontro reúne trabalhadoras e organizações em Brasília para fortalecer estratégias sindicais e jurídicas de proteção à categoria
Nossa nova identidade nasce desse movimento: memória e futuro, luta e cuidado, raízes e movimento.
Além do condicionamento físico, as mulheres encontram nas artes marciais um espaço para desenvolver consciência corporal, confiança e percepção sobre o ambiente
Com trajetória marcada pelo jornalismo e ativismo civil, jornalista investigou a Playboy e liderou marchas nos Estados Unidos
A Edições Câmara lança a coletânea “Raízes Feministas em Tradução”, composta por textos fundamentais para a construção e fortalecimento da cidadania feminina, celebrando e amplificando as vozes que alicerçaram os direitos das mulheres ao longo dos últimos séculos.
Aprovados sem necessidade de sanção presidencial, PDLs são usados como atalho por deputados e senadores contrários aos direitos reprodutivos
Pesquisa analisou registros do Ministério da Saúde entre 2015 e 2023 e identificou perfil predominante de quem sofre a violência: mulher, jovem, parda e com baixa escolaridade
Brasil deu o primeiro passo, em 2014. Hoje, avanços contam com programas como a Cozinha Solidária e formação de Agentes Populares de Saúde, que absorvem a experiência comunitária. Mas elevar qualidade requer enfrentar subfinanciamento da agricultura familiar
Ataque à democracia brasileira, queda da primeira mulher eleita à presidência significou a ascensão da extrema direita
Obras de Cassandra Rios, 1ª mulher a vender 1 milhão de cópias e pioneira da literatura sáfica no país, serão reeditadas em 2027. Leia também sobre o novo livro de Julia Kumpera que recupera memória e bastidores do levante lésbico no Ferro’s Bar em 1983
Número triplicou em um ano; equipamentos são utilizados quando a Justiça entende que o homem precisa ser monitorado para garantir que respeitará a determinação de se afastar da mulher.
Em parceria com a ONG Gerando Falcões, acontece uma mentoria voltada exclusivamente a mulheres chefes de família, partindo da premissa de que promover a autonomia das mães é um dos caminhos mais eficazes para transformar a realidade de famílias em situação de pobreza.
A violência política de gênero na propaganda eleitoral
A proposta do feminismo negro, voltada para a emancipação, a inclusão e o exercício da cidadania, coloca as mulheres pretas e pardas no centro do processo político, como cidadãs, eleitoras, lideranças em seus territórios e candidatas a cargos políticos e outros espaços de poder.
Levantamento do DataSenado mostrou que 31% das brasilienses entrevistadas afirmam ter sofrido algum tipo de violência, quase metade das vítimas não denunciou o agressor
Emiliane Tamara Nunes Carvalho, que ficou cinco dias em cárcere privado, relatou ter sido vítima de agressões físicas e violência sexual
O título acima é do mais novo artigo de Maria Lucia Fattorelli, publicado pelo jornal Extra Classe, neste final de semana. Este é um assunto fundamental às mulheres. Muitos de nossos direitos ainda estão a ser reconhecidos e quase todos dependem de recursos no orçamento fiscal, no orçamento da previdência e na repartição dos recursos disponíveis. Por conta da lógica que privilegia o rentismo e os banqueiros, as mulheres são sempre deixadas de lado, sob o argumento de que não há recursos ...
A trama do longa metragem nacional “Antártida” apresenta como fio condutor a violência de gênero praticada no ambiente da expedição brasileira como: assédio moral, violências física, psicológica e sexual contra as personagens femininas.
Com apoio do Cfemea e do MST, produtoras rurais do DF unem autogestão, sustentabilidade e fortalecimento comunitário por meio da Cooperativa Feminista para a Sustentação da Vida. O bem-viver é aliado à produção no campo
As mulheres têm direito ao aborto em três casos no Brasil: quando a gravidez coloca sua vida em risco, se é fruto de um estupro e se o feto tem má formação congênita. Toda relação sexual com uma criança menor de 14 anos é considerada estupro de vulnerável na legislação do país. A ONU (Organização das Nações Unidas) entende como tortura forçar crianças a seguirem em frente com uma gravidez
Uma em cada quatro brasileiras com menos de 18 anos mantém vida conjugal assumindo responsabilidades dos adultos. É o que alerta o Fundo de População das Nações Unidas. O Brasil ocupa a sexta posição no mundo
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