De acordo com última pesquisa do Ipec, as candidatas mulheres aparecem na liderança em quatro estados e na capital federal. Elas aparecem bem pontuadas nas disputas do Mato Grosso, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Roraima e no DF. Em 2018, Fátima Bezerra (PT) foi a única mulher eleita em todo o Brasil para governar um estado
28 de setembro é Dia Latino-Americano e Caribenho de Luta pela Descriminalização e Legalização do Aborto! O Brasil e a América Latina se unem para denunciar, repudiar, reivindicar e lutar pelo direito ao aborto como questão de saúde, direitos sexuais, direitos reprodutivos e justiça reprodutiva para as mulheres, meninas e pessoas que gestam e abortam. Todos os dias somos violentadas pelo Estado e pela sociedade machista, racista, capitalista, fundamentalista e conservadora que quer controlar e exercer poder sobre os nossos corpos. Mas juntas existimos, resistimos e avançamos na luta pelas nossas vidas, autonomia e liberdade reprodutiva!
O Dia da Luta pela Descriminalização e Legalização do Aborto na América Latina e Caribe se celebra todo dia 28 de setembro desde 1990, quando essa data foi instaurada no 5º Encontro Feminista Latino-americano (EFLAC). O evento, que ocorreu na Argentina, definiu esse dia de luta a partir da sugestão de grupos feministas que sentiam a necessidade de visibilizar a situação do aborto na região e gerar conscientização.
Provavelmente, você não pensa em outra coisa a não ser nas eleições de domingo. A gente também não. E entre as dezenas de coisas que estão em jogo, como a democracia, não tem como esquecermos nossos direitos.
Incentivo ao armamento e corte de 90% das verbas para combate à violência doméstica são parte da receita misógina de Bolsonaro. Assassinatos, ameaças e tortura dispararam. Hoje, 1 em cada 4 homicídios de mulheres ocorre dentro de casa
90% dos abortos atendidos pelo SUS são feitos com procedimento ultrapassado. Todos os anos, mais de 100 mil pessoas no Brasil, em situação de abortamento, passam por cirurgia que não é recomendada pela OMS há uma década
Nesta terça-feira (27/9), às 19h, no Museu da República, em Brasília (ao lado da Rodoviária do Plano Piloto, Jurema Wernek, médica, fundadora da ONG Criola e atual Diretora Executiva da Anistia Internacional, vai apresentar o tema Mulheres Negras e Cultura Midiática conversando com Vera Lucia Santana, advogada, membra da Comissão Brasileira Justiça e Paz e da Frente de Mulheres Negras do DF e Entorno. Entrada Franca.
O Fórum Brasileiro de Segurança Pública atualizou os dados recentes sobre violência em seu Anuário de 2022. Os dados sobre o Brasil apontam para cerca de meio milhão de violações por ano. Calcula-se que apenas cerca de 10% dos casos de estupro e estupro de vulnerável (menor de 14 anos) sejam denunciados. Destes efetivamente denunciados, o anuário indica que 75,5% foram estupros de vulneráveis, sendo meninas 88,2% das vítimas.
Grupos atuam para que violência política de gênero não afaste candidaturas de mulheres. As mulheres são 53% do eleitorado brasileiro. Apesar disso, a participação feminina nos parlamentos é bem menor, entre 15% e 20%. Se analisarmos os cargos executivos, como governos estaduais e prefeituras, esse percentual é ainda menor.
Neste final de semana as ativistas do Cfemea estiveram no centro de Brasília para distrubuir panfletos da camapanha "Meu Voto Vale Muito" e conversar com eleitores e eleitoras
O Cfemea está presente na comemoração dos 30 anos de luta e existência do Coletivo de Mullheres do Calafate. Viva essas mulheres que lutam, que cuidam e que enfrentam a violência.
Filósofa e escritora é a primeira mulher negra a receber o título de Doutora Honoris Causa pela UnB. Num auditório lotado e sob forte comoção, a Universidade de Brasília (UnB) concedeu nesta quarta-feira (21) o título de Doutora Honoris Causa para a filósofa e escritora Sueli Carneiro, uma das principais pensadoras do feminismo negro brasileiro
Sônia Guajajara detalha as motivações para ser candidata a deputada federal pelo PSOL por São Paulo e conta de que modo pretende exercer o seu poder caso eleita para o Congresso Nacional.
Com fôlego e urgência em celebrar a vida, retomamos a VI Homenagem Maria do Espírito Santo Silva. Na sexta edição, homenagearemos Alessandra Munduruku, uma das principais lideranças femininas indígenas no Brasil; Guacira Oliveira, feminista e fundadora do Centro Feminista de Estudos e Assessoria (CFEMEA); Keila Simpson, Presidenta da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA); Maria Emília da Silva, co-fundadora do Instituto Direitos Humanos: Promoção, Pesquisa e Intervenção em Direitos Humanos e Cidadania, de Minas Gerais; Maria dos Camelôs, liderança do Movimento Unido dos Camelôs (MUCA); Mônica Cunha, fundadora do Movimento Moleque, do Rio de Janeiro; e Preta Ferreira, militante pelo direito à moradia no Movimento dos Sem Teto do Centro de São Paulo, atriz e cantora.
Ativistas irlandeses pró-escolha tiveram que superar uma rígida proibição constitucional ao aborto que estava em vigor há mais de 30 anos. Elas foram bem sucedidos fazendo uma mobilização massiva e sua abordagem provou ser altamente eficaz nas lutas mais recentes pela justiça reprodutiva na Argentina e na Colômbia.
Instituto de Psicologia da USP, que abriga a Casa de Culturas Indígenas, recebe mulheres indígenas para compartilhar suas experiências e desafios na busca por representatividade; evento ocorre na próxima quinta-feira
Em Saqqez, uma cidade no Curdistão iraniano, enterraram Mahsa Amini, a jovem de 22 anos morta pela "polícia moral" do regime islâmico por causa de um véu mal colocado
Hoje, 21 de setembro, às 16h30, no Auditório Esperança Garcia, a filósofa e ativista Sueli Carneiro recebe o título de Doutora Honoris Causa pela Universidade de Brasília
Está no ar a campanha “Vote em Quem Defende a Vida e a Dignidade das Mulheres, Meninas e Pessoas que Gestam” da Frente Nacional Contra a Criminalização das Mulheres e Pela Legalização do Aborto”.
Na véspera do Dia Internacional dos Direitos Humanos (2025), A CFEMEA reuniu na Câmara dos Deputados várias organizações feministas, teólogas e lideranças de movimentos de mulheres e intelectuais negros e negras para analisar a situação atual da democracia e os ataques à laicidade do Estado.
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