A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados convidou a ministra das Mulheres, Márcia Lopes, para apresentar um balanço das ações em 2025
A defensora Patrícia Bettin Chaves alerta para necessidade de busca ativa e divulgação do direito por diversos canais
Jovens das favelas e periferias de Salvador ocupam o centro do debate sobre o extermínio da juventude negra na Bahia com o lançamento da websérie “Fala de Quebrada!”, que acontece hoje, terça-feira (16), a partir das 16h, no Largo Tereza Batista, no Pelourinho. A atividade é gratuita e aberta ao público.
Hoje, completam-se exatos sete anos desde que um pesadelo começou. Foi a noite em que Mari Ferrer foi drogada e violentada em uma boate em Florianópolis. Pode até parecer um passado distante para os perpetradores, já que eles jamais foram responsabilizados.
Lei sancionada esta semana prevê assistência multiprofissional
A ONG Católicas pelo Direito de Decidir (@ascatolicas) lançou em São Paulo o Observatório sobre Laicidade, Gênero e Aborto. A iniciativa busca produzir dados científicos e monitorar a influência do conservadorismo religioso católico em políticas públicas e serviços de saúde reprodutiva no Brasil.
No sábado (6/12/25), o Movimento Afrodescendente do Pará – MOCAMBO realizou a eleição de sua diretoria para a Gestão 2025/2027.
‘Lutar sempre, desistir jamais’, diz Lula durante 13ª Conferência Nacional dos Direitos Humanos. Ao todo, 18 propostas foram aprovadas, reunindo quase 900 delegados de todo o país para fortalecer políticas inclusivas no Brasil.
Apesar do avanço na CCJ, não há prazo definido para que o texto seja pautado no plenário. O futuro da proposta dependerá da articulação política nas próximas semanas.
A marcha também foi marcada pela forte presença de lideranças comunitárias. Marizete Pires, do projeto Mulher por Mulher, do Subúrbio Ferroviário de Salvador, liderou um grupo que cobrou mais investimentos públicos em políticas para mulheres e rigor na apuração dos casos de feminicídio, que atingem de forma ainda mais brutal mulheres negras das favelas e periferias.
90% das mulheres negras têm filhos no sistema público de saúde. Manifesto demanda uma transformação para que sejam tratadas com dignidade. As estratégias vão de reparação a vítimas de racismo e atenção à saúde mental a política de creches e direito ao aborto
Mais de 250 Comissões, Movimentos Populares e Sociais, Pastorais, Organismos Eclesiais e Organizações da Sociedade Civil aderiram à NOTA PÚBLICA EM DEFESA DOS DIREITOS HUMANOS DAS MULHERES, proposta pela CBJP – Comissão Brasileira Justiça e Paz, CJP-DF, CJP-SP e Movimento Nacional Fé e Política, neste dia 10 de dezembro de 2025, Dia Internacional dos Direitos Humanos. Nela se afirma que: “A Comissão Brasileira Justiça e Paz (CBJP) e demais organizações assinantes nos posicionamos em defesa dos direitos humanos das mulheres, manifestando nossa preocupação com a atual conjuntura de aumento dos feminicídios e das violências contra as mulheres”.
Um novo estudo da UFF aponta: milícias e facções já controlam ou influenciam 31% da cidade. População destas áreas perde acesso a empregos dignos, escolas e equipamentos de Saúde. Operações espetaculosas matam e atraem holofotes — mas eternizam o problema
Decisão foi tomada após conclusão de processo administrativo disciplinar
O Laboratório de Estudos de Feminicídios (Lesfem) divulgou nesta quarta-feira, 10 de dezembro, os dados preliminares do Monitor de Feminicídios no Brasil (MFB) referentes ao período de janeiro a outubro de 2025.
Pesquisa aponta que 4,7% da população do DF vivia com até um quarto de salário mínimo per capita mensal em 2024
Resultado foi divulgado pelo IBGE. Instituto apurou redução na diferença da renda entre grupos segmentados por cor ou raça
É preciso examinar o relatório da ONU sobre a situação mundial das crianças além da frieza dos números. Falta, em nosso repertório político, a luta pelo direito à dignidade. Expressa um compromisso ético. Tem enorme potência mobilizadora
Em 10 de dezembro celebra-se o Dia Internacional dos Direitos Humanos. Entretanto, a garantia da dignidade humana ainda não é uma realidade para todas e todos
Elas dizem que são vítimas nas ruas, no trabalho e em casa
BRASIL-MOÇAMBIQUE: Aumento deu-se em razão do enfraquecimento de políticas sexual e reprodutiva da mulher
Economista italiana explicou também como juros altos e independência dos bancos centrais servem para proteger o lucro
Em meio às ruínas do modelo de homem-provedor, jovens ressentidos apostam na disputa sexual. Nas frustrações afetivas e precariedade dos vínculos, ultradireita encontra combustível político. E a violência vira modo de afirmação subjetiva do masculino
Em 2024, 1.459 mulheres foram vítimas de feminicídios. Em média, cerca de quatro mulheres foram assassinadas por dia em 2024 em razão do gênero. Em 2025, o Brasil já registrou mais de 1.180 feminicídios. O movimento Levante Mulheres Vivas aconteceu em pelo menos 20 estados, além do Distrito Federal, para denunciar o aumento do número de casos de feminicídio e protestar contra todas as formas de violência dos direitos das mulheres, para que possam viver com liberdade, respeito e segurança.
Mobilização 'Mulheres Vivas' denuncia avanço da violência de gênero e omissão do Estado em garantir proteção às vítimas
Nome e como foram assassinadas as mulheres vítimas de feminicídio no Distrito Federal em 2025
O que está sendo preparado para este fim de semana não nasce do acaso, nem da urgência apenas. Ele nasce de décadas de luta cotidiana. É certo que, antes de cada grande ato histórico, existe um trabalho silencioso, contínuo e coletivo, e esse trabalho do dia a dia, de base, de educação popular, os movimentos feministas conhecem bem.
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