No final do século XIX, o italiano Giovanni Rossi fundou, em Palmeiras, uma comuna agrícola. Vislumbre de sua “utopia concreta”, durou dois anos. Mas, entre êxitos e desventuras, provou ser possível viver sem hierarquias, sem propriedade e sem dogmas
O movimento Ni Una Menos, que abalou o país ao denunciar os feminicídios, completa onze anos em meio a ataques às políticas de igualdade de gênero e prevenção da violência promovidas pelo governo de Javier Milei.
Para a Professora Eunice Prudente, o texto é inconstitucional e deve ser rediscutido pelo Judiciário, de acordo com o princípio da proteção integral à criança, ao adolescente e ao jovem garantido pela Constituição
Após o desaparecimento do filho, em 1975, Taty se tornou uma das principais vozes da luta pelos desaparecidos
Jorge Messias defendeu acordo como legado contra injustiças. Em troca ela se submete a renunciar a eventuais indenizações, salários e outros benefícios anteriores à nova nomeação
De 1º de janeiro a 14 de junho deste ano, 47 mulheres foram assassinadas por razão de gênero no Rio Grande do Sul, segundo o Observatório de Feminicídios Lupa Feminista.
A criminalização das lideranças indígenas em razão da reivindicação de seus direitos, bem como a criminalização dos profissionais de antropologia e demais profissionais que atuam em defesa dos direitos indígenas é tema que preocupa, tendo em vista o caráter intimidatório e contrário aos comandos constitucionais.
Defender direitos humanos no Brasil continua sendo uma atividade de alto risco, marcada por ameaças, criminalização e assassinatos nos mais diversos territórios. Para responder a essa grave realidade, a sociedade civil e os movimentos sociais lançam uma peça audiovisual de incidência política focada no Plano Nacional de Proteção às Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (PlanoDDH).
Nova etapa do ACT incorpora ações voltadas ao enfrentamento do etarismo, do tráfico de pessoas e dos impactos sociais das mudanças climáticas, além de fortalecer a produção de indicadores para subsidiar políticas públicas para valorização e proteção de um público historicamente invisibilizado
O caso ocorre no estado que concentra o segundo maior índice de mortes de indígenas do Brasil, segundo o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), onde especialistas denunciam o uso sistemático de segurança privada, e até da Polícia Militar, como instrumentos de expulsão ilegal de povos originários.
Mulher de 62 anos foi encontrada em situação de jornada exaustiva, isolamento social e privação de direitos desde a infância, no município de Bragança Paulista.
Libertação sexual avança com o sexual wellness, mas a dificuldade de acesso à educação e o conservadorismo mantém tema como tabu.
DIREITOS HUMANOS | O Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) classificou como “um grave retrocesso na política de proteção integral de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual” a suspensão de uma resolução que trata do aborto legal em caso de gravidez decorrente de estupro.
Sustentar a vida nas periferias tão negras do nosso país é uma responsabilidade que sempre recai desigual e drasticamente sobre as costas das mulheres
A Facudade de Direito de Ribeirão Preto,da Universidade de São Paulo (USP), realizou nesta quarta-feira o Seminário 20 anos da Lei Maria da Penha: conquistas e desafios na implementação das políticas de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra mulheres e meninas e uma homenagem a Iáris Cortês, do Cfemea, participante do Consórcio Lei Maria da Penha, grupo de entidades feministas que deram origem à Lei Maria da Penha e fizeram a pressão social necessária para a sua aprovação.
Podcast ESCUTE AS MAIS VELHAS. Guacira Oliveira é uma das vozes mais importantes do advocacy no Brasil. Socióloga e uma das fundadoras do Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea), ela é a convidada do episódio desta semana do "Escute as Mais Velhas".
No dia 17 de junho, das 8h às 17h, no Instituto de Ciências Biológicas da Universidade de Brasília - UnB, em Brasília, acontece a Plenária das Mulheres e Juventudes no Bioma Cerrado.
No dia 11 de junho de 2026, o Supremo Tribunal Federal (STF) analisará um recurso no âmbito do caso Mariana Ferrer, um processo que se tornou um marco no debate sobre a revitimização e o acesso à justiça para as vítimas de violência sexual no Brasil.
O novo texto, apresentado no grupo de trabalho da Câmara dos Deputados, prevê a suspensão de perfis digitais e agrava penas para crimes com fins de engajamento
Propostas defendidas por deputadas e senadoras incluem reserva de vagas no Parlamento e medidas para reduzir desigualdades de gênero
Um medo paira sobre milhões de famílias brasileiras: o despejo. Significa, além de perder o lar, também redes de apoio e vínculos afetos. O impacto é brutal sobre a saúde mental. Novo desafio se impõe: aliar políticas habitacionais e bem-estar psíquico
Destruir o atraso secular representado pelo Latifúndio, o Imperialismo e o Capitalismo Burocrático é única solução para o varrimento completo do sistema de exploração e opressão contra o qual insurgiu a Cabanagem.
Suspeito é o companheiro da vítima, com quem ela teve duas filhas, de 21 e 10 anos.
Ao longo dos últimos dez anos, a Gênero e Número produziu pesquisas, analisou bases de dados, construiu visualizações, desenvolveu metodologias e transformou evidências em reportagens, estudos e conteúdos capazes de ampliar o debate público.
A forma como o jornalismo brasileiro cobre os casos de feminicídio está no centro das reflexões apresentadas no livro Voz ativa: o manual do jornalismo antifeminicídio, das jornalistas Niara de Oliveira e Vanessa Rodrigues. A obra surge como um desdobramento da pesquisa realizada pelas autoras em Histórias de morte matada contadas feito morte morrida, que analisou criticamente a construção das narrativas sobre feminicídios na imprensa brasileira.
PDL 3 revogou uma resolução do Conanda que trata do atendimento de meninas e mulheres vítimas de violência sexual. Atos estão sendo convocados para terça-feira, dia 9 de junho
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