Durante o evento, a ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania assinou portaria que institui a Política Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+

Publicado em 22/10/2025 07h40 Atualizado em 22/10/2025 09h01
Ministra Macaé Evaristo participa da abertura da 4 ª Conferência Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+

(Foto: Duda Rodrigues/MDHC)

A ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, participou, nesta terça-feira (21), da abertura da 4ª Conferência Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, em Brasília, reunindo representantes de todos os estados e do Distrito Federal. O evento marca a retomada do diálogo entre Estado e sociedade civil, reafirmando o compromisso do governo federal e do MDHC com a promoção e defesa dos direitos humanos LGBTQIA+, após nove anos sem o encontro.

O evento, sediado no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), reúne cerca de 1.500 delegadas e delegados, com o objetivo de consolidar diretrizes estratégicas para formulação, implementação e monitoramento de políticas públicas voltadas à população LGBTQIA+, fortalecendo o Sistema Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos e a atuação coordenada do MDHC.

Durante a abertura, a ministra destacou que o encontro representa um marco histórico na reconstrução democrática, resultado da mobilização social e do compromisso do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com a diversidade e a inclusão.

“Por quase uma década, muitas demandas da população LGBTQIA+ não foram incorporadas às políticas de saúde, trabalho, educação, justiça, assistência social e direitos humanos. Entre 2016 e 2022, o Brasil fez um pacto com o atraso, o extremismo e a negação da vida. Foi um tempo de silêncio, medo e exclusão. Mas a esperança nunca será silenciosa. Estamos aqui para levantar nossa voz e devolver cor e coragem à esperança”, afirmou.

Macaé ressaltou que o momento atual é de reafirmação da vida, guiando a atuação do MDHC para consolidar políticas permanentes e integradas.

(Foto: Duda Rodrigues/MDHC)(Foto: Duda Rodrigues/MDHC)“Reafirmamos um novo pacto: com a vida, com as famílias em todas as suas formas, com a legitimidade de cada pessoa ser quem é. O Estado é laico, mas a verdadeira fé se expressa pelo amor, acolhimento e justiça, e não pelo ódio”, acrescentou.

Como destaque da gestão pública, a ministra assinou a portaria que institui a Política Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, estabelecendo diretrizes para formulação, execução e monitoramento de políticas públicas focadas na igualdade, enfrentamento da discriminação e garantia de direitos. Também foi assinada a portaria de Trabalho Digno, Educação e Geração de Renda LGBTQIA+, voltada a atender demandas da população, com atenção especial a pessoas negras e transexuais, promovendo inclusão produtiva e autonomia financeira.

Na ocasião, também foram apresentados o Relatório Final do Grupo de Trabalho de Enfrentamento da Discriminação contra Pessoas LGBTQIA+ em Ambiente Digital; e a Carta de Recomendações do Grupo de Trabalho Intersexo, com estratégias para a promoção e a defesa dos direitos humanos das pessoas intersexo e com variações das características sexuais no Brasil.

A mesa de abertura contou com autoridades dos Três Poderes, representantes da sociedade civil e lideranças políticas. Participaram, entre outros, a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara; a ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann; a ministra das Mulheres, Márcia Lopes; o ministro substituto da Cultura, Márcio Tavares; e o ministro do TST, Vieira de Mello Filho. Também estiveram presentes as deputadas Daiana Santos, Duda Salabert, Erika Hilton, Jandira Feghali, Maria do Rosário e Luizianne Lins, além da senadora Teresa Leitão.

Reconhecimento à militância

A secretária nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, Symmy Larrat, destacou o papel fundamental do ativismo na realização da conferência e na defesa contínua da população LGBTQIA+.

“Foi a militância brasileira que tornou esta conferência possível. Onde queriam que não falássemos, o ativismo foi lá e fez acontecer”, afirmou.

Symmy ressaltou que a retomada do encontro é resultado da mobilização popular e do trabalho persistente de organizações e coletivos, e reconheceu o papel do MDHC na reconstrução institucional da pauta e no avanço das políticas públicas de diversidade e igualdade de direitos.

Vozes da diversidade

Para Rafa Barbosa, da Associação de Travestis e Mulheres Transexuais do Ceará (ATRAC) e ativista do Força e Trans, a conferência é um espaço democrático de escuta e formulação conjunta de políticas afirmativas.

“É um momento para ouvir todas as demandas e trabalhar por um Brasil menos preconceituoso, mais inclusivo e com garantias de direitos para todas e todos”, destacou.

(Foto: Duda Rodrigues/MDHC)(Foto: Duda Rodrigues/MDHC)O professor e pesquisador Renan Quinalha, presidente do Grupo de Trabalho Ministerial de Memória e Verdade das Pessoas LGBTQIA+, enfatizou a importância do encontro para construir uma agenda nacional estruturada e participativa.

“Após quase uma década sem eventos desse porte, a expectativa é que este encontro promova um debate profundo sobre as necessidades da população LGBTQIA+ e avance na efetivação das políticas públicas”, afirmou.

O artista e representante indígena Douglas Lopes, conhecido como MC Taviraí, do povo Guarani Kaiowá (MS), chamou atenção para a realidade das pessoas LGBTQIA+ em territórios indígenas, marcada por violência e discriminação.

“Dentro das aldeias, há ameaças, violência e até mortes contra gays, lésbicas e travestis. Decidi usar a arte e a música como instrumentos de denúncia e resistência”, disse.

Construção coletiva

Nos próximos dias, a conferência contará com mesas temáticas, painéis e grupos de trabalho que abordarão eixos estratégicos como enfrentamento à violência LGBTQIA+, trabalho digno, geração de renda, interseccionalidade, internacionalização e a consolidação da Política Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+.

As propostas elaboradas serão sistematizadas pelo MDHC e pelo Conselho Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, servindo de orientação para políticas, programas e ações governamentais, fortalecendo a proteção integral e a promoção da cidadania.

Organizada pelo Conselho Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+ em parceria com o MDHC, a conferência segue até 25 de outubro, configurando-se como um marco participativo na reconstrução das políticas públicas voltadas à população LGBTQIA+ e reafirmando o compromisso do Ministério com a diversidade e a igualdade.

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Texto: J.N.

Edição: G.O.

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fonte: https://www.gov.br/mdh/pt-br/assuntos/noticias/2025/outubro/ministra-macae-evaristo-destaca-politicas-direitos-lgbtqia-conferencia-nacional

 

Ministra Márcia Lopes reafirma compromisso com igualdade de gênero e direitos LGBTQIA+ na 4ª Conferência Nacional

Evento marca a reconstrução das políticas públicas de diversidade e a atuação conjunta do Governo do Brasil na defesa da cidadania LGBTQIA+
Publicado em 22/10/2025 11h29
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Foto: Duda Rodrigues/MDHC
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Foto: Duda Rodrigues/MDHC

A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, participou, nesta terça-feira (21), da abertura da 4ª Conferência Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, realizada em Brasília (DF). Retomado após nove anos, o encontro reúne cerca de 1.500 delegadas e delegados de todos os estados e do Distrito Federal para debater diretrizes de políticas públicas voltadas à promoção da igualdade, ao enfrentamento da discriminação e ao fortalecimento da cidadania LGBTQIA+.

Durante a cerimônia, Márcia Lopes destacou que o Brasil vive um novo momento de reconstrução democrática e reafirmou o compromisso do Governo Federal e do Ministério das Mulheres com a defesa dos direitos humanos, da igualdade de gênero e da diversidade.

“O Brasil voltou. Vocês, pessoas LGBT+, voltaram. A democracia voltou. O compromisso do governo do presidente Lula é, através da democracia e da participação social, fortalecer e criar políticas de Estado que garantam a cidadania e a integridade da população LGBTQIA+”, afirmou a ministra.

Em sua fala, Márcia Lopes ressaltou que a pauta da igualdade de gênero só avança com o enfrentamento ao fascismo e à LGBTfobia, e destacou a importância da ação integrada entre ministérios para promover políticas de Estado que garantam os direitos da população LGBTQIA+.

“Estamos aqui, enquanto governo, para reconhecer os desafios e as violências que essa população enfrenta, e para construir, junto com a sociedade civil, um ambiente seguro, respeitoso e inclusivo para todas, todos e todes”, complementou a ministra.

A ministra lembrou ainda das ações do Ministério das Mulheres voltadas à população LGBTQIA+, como a cartilha “Todas as mulheres – Dignidade, cidadania e direitos humanos para travestis e mulheres trans”, lançada durante a 5ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, e o trabalho conjunto com o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) na criação do Procedimento Operacional Padrão (POP) para acolher mulheres lésbicas, bissexuais, travestis, transexuais e intersexo (LBTI) na Rede de Atendimento às Mulheres em Situação de Violência — o POP Mulheres LBTI.

“É fundamental acolher adequadamente as mulheres lésbicas e transexuais em todos os espaços institucionais. O respeito à diversidade é uma condição para a democracia”, destacou.

Reconstrução das políticas públicas de diversidade

Organizada pelo Conselho Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, em parceria com o MDHC, a 4ª Conferência Nacional marca um momento histórico de retomada do diálogo entre Estado e sociedade civil.

“Por quase uma década, muitas demandas da população LGBTQIA+ não foram incorporadas às políticas de saúde, trabalho, educação, justiça, assistência social e direitos humanos. Entre 2016 e 2022, o Brasil fez um pacto com o atraso, o extremismo e a negação da vida. Foi um tempo de silêncio, medo e exclusão. Mas a esperança nunca será silenciosa. Estamos aqui para levantar nossa voz e devolver cor e coragem à esperança”, afirmou a ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo.

Durante o evento, Macaé assinou a portaria que institui a Política Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, estabelecendo diretrizes para formulação, execução e monitoramento de ações voltadas à igualdade, ao enfrentamento da discriminação e à promoção dos direitos humanos. Também foi lançada a Portaria de Trabalho Digno, Educação e Geração de Renda LGBTQIA+, com foco na inclusão produtiva de pessoas negras e transexuais.

“Reafirmamos um novo pacto com a vida, com as famílias em todas as suas formas e com o direito de cada pessoa ser quem é. O Estado é laico, e a verdadeira fé se expressa pelo amor e pela justiça”, acrescentou Macaé Evaristo.

Participação plural e construção coletiva

Além das ministras Márcia Lopes e Macaé Evaristo, participaram da mesa de abertura a ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara; a ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann; o ministro substituto da Cultura, Márcio Tavares; o ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Vieira de Mello Filho; e parlamentares como Duda Salabert, Erika Hilton, Daiana Santos, Jandira Feghali, Maria do Rosário, Luizianne Lins e a senadora Teresa Leitão.

Também estiveram presentes Rafa Barbosa, da Associação de Travestis e Mulheres Transexuais do Ceará (ATRAC) e ativista do coletivo Força e Trans; o professor e pesquisador Renan Quinalha, presidente do Grupo de Trabalho Ministerial de Memória e Verdade das Pessoas LGBTQIA+; e o artista e representante indígena Douglas Lopes (MC Taviraí), do povo Guarani Kaiowá (MS), entre outras lideranças da sociedade civil e movimentos sociais.

Nos próximos dias, a conferência contará com mesas temáticas, painéis e grupos de trabalho sobre enfrentamento à violência LGBTQIA+, trabalho digno, geração de renda, interseccionalidade e consolidação da nova Política Nacional. As propostas resultantes servirão de base para políticas e programas do Governo Federal, reforçando o compromisso com um Brasil mais justo, plural e democrático.

Com informações do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania.

fonte: https://www.gov.br/mulheres/pt-br/ministra-marcia-lopes-reafirma-compromisso-com-igualdade-de-genero-e-direitos-lgbtqia-na-4a-conferencia-nacional

 

Em seminário internacional, ministra Macaé Evaristo destaca comprometimento com direitos LGBTQIA+: “Não abandonar ninguém é compromisso do Estado”

Evento segue até terça-feira (21) e antecede a 4ª Conferência Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+ marcada para os dias 21 a 24 de outubro, em Brasília (DF)

OMinistério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), por meio da Secretaria Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+ (SLGBTQIA+), realizou, nesta segunda-feira (20), o seminário “Diálogos Internacionais LGBTQIA+: Garantia de Direitos em âmbito Global”, no Instituto Rio Branco, em Brasília (DF).

O evento segue até terça-feira (21), com painéis, debates e apresentações de experiências internacionais, antecedendo a 4ª Conferência Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, com o tema "Construindo a Política Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+", marcada para acontecer entre os dias 21 e 24 de outubro, também em Brasília.

Diante dos retrocessos e ameaças globais aos direitos da população LGBTQIA+, a iniciativa tem como objetivo promover um espaço de diálogo multilateral sobre políticas públicas inclusivas e interseccionais voltadas a esse público, reunindo governos, organismos internacionais, sociedade civil e especialistas para compartilhar experiências, boas práticas e marcos legais.

O encontro busca, ainda, fortalecer políticas públicas, mecanismos de proteção e estratégias de incidência e litigância em direitos humanos em nível regional e global.

Cooperação com a Espanha

(Foto: Clarice Castro/MDHC)
(Foto: Clarice Castro/MDHC)
Em seu discurso, a ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, destacou o papel histórico do encontro e reforçou o compromisso do Governo do Brasil com a promoção da igualdade, da dignidade e da democracia.

“Hoje, mais uma vez, damos um passo histórico não apenas para reafirmar a cooperação entre Brasil e Espanha, mas para fazê-lo em defesa dos direitos da população LGBTQIA+ dos dois países, com o apoio de todas as nações irmãs presentes”, afirmou.

Durante a solenidade, a chefe da pasta e a embaixadora do Reino da Espanha no Brasil, María Del Mar Fernández-Palacios Carmona, assinaram um Memorando de Cooperação na Defesa de Direitos Humanos das pessoas LGBTQIA+ entre o MDHC e o Ministério de Igualdade da Espanha.

(Foto: Clarice Castro/MDHC)
(Foto: Clarice Castro/MDHC)
“Sabemos o quanto ambos os países devem caminhar para que possamos falar em igualdade material entre todas as pessoas, independentemente de sua orientação sexual, identidade e expressão de gênero. Mas também sabemos do compromisso de ambos os governos de ultrapassarem essas barreiras e construir, com muita troca, um futuro em que a diferença não leve à exclusão ou à violência”, declarou a ministra.

O ato representa um marco de cooperação internacional entre Brasil e Espanha, reafirmando o compromisso de ambos os países com a promoção dos direitos humanos e a igualdade das pessoas LGBTQIA+, consolidando na construção de políticas públicas mais inclusivas e na defesa dos direitos humanos como um compromisso global.

A ministra também agradeceu o trabalho da secretária Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, destacando sua representatividade e liderança. “Symmy Larrat vem nos mostrando diariamente a importância da representatividade. Ela nos ensina que política se faz com inteligência, com afeto e, acima de tudo, com coragem”, pontuou.

Avanços

Em seminário internacional, ministra Macaé Evaristo destaca comprometimento com direitos LGBTQIA+: “Não abandonar ninguém é compromisso do Estado”
(Foto: Clarice Castro/MDHC)
A ministra apresentou os resultados recentes das políticas implementadas desde 2023, com a criação da Secretaria Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+ e a retomada do Conselho Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+. Somente em 2024, ações do ministério impactaram 2,7 mil pessoas em 20 estados e no Distrito Federal, com iniciativas voltadas ao acolhimento, ao emprego digno e ao enfrentamento à violência.

“Essas políticas são um sinal claro do compromisso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com a defesa da democracia, a soberania nacional, a eliminação das desigualdades e a garantia dos direitos fundamentais das pessoas LGBTQIA+”, destacou.

“Defender os direitos LGBTQIA+ é defender a vida, as famílias, a dignidade e a democracia. Não abandonar ninguém é o compromisso do Estado brasileiro contra a opressão, o fundamentalismo religioso e a violação dos direitos. Seguiremos em luta”, concluiu.

A cerimônia de abertura contou com a presença da secretária Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+/MDHC, Symmy Larrat; do representante do Conselho Nacional Dos Direitos Das Pessoas LGBTQIA+ do MDHC, Walmir Siqueira; da secretária de Direitos Humanos da Presidência da República do Uruguai, Collette Spinetti Núñez; do ministro de Diversidades no Ministério da Igualdade e Equidade da Colômbia, Juan Carlos Florián Silva; do chefe adjunto da Delegação da União Europeia no Brasil, Jean-Pierre Bou e do diretor-geral para a Igualdade Real e Efetiva das Pessoas LGBTI+ da Espanha, Julio Del Valle de Íscar.

Autoridades

(Foto: Clarice Castro/MDHC)
(Foto: Clarice Castro/MDHC)
Para a secretária Symmy Larrat, o encontro simboliza a concretização de avanços significativos em meio a um cenário global de retrocessos. “Essa imagem é simbólica, mas também representa uma ação concreta, uma onda positiva frente aos inúmeros ataques que enfrentamos no mundo todo contra nossos direitos”, destacou.

Já para o representante do Conselho Nacional Dos Direitos Das Pessoas LGBTQIA+ do MDHC, Walmir Siqueira, o principal objetivo do encontro é manter aberto um espaço de diálogo global, que permita o intercâmbio de experiências e iniciativas entre países com diferentes realidades, mas desafios comuns.

“Nosso objetivo é manter vivo um diálogo global, para que possamos trocar experiências e construir, coletivamente, um mundo onde a comunidade LGBTQIA+ brasileira tenha seus direitos plenamente respeitados”, afirmou.

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Texto: P.V.

Edição: F.T.

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fonte: https://www.gov.br/mdh/pt-br/assuntos/noticias/2025/outubro/em-seminario-internacional-ministra-macae-evaristo-destaca-comprometimento-com-direitos-lgbtqia-201cnao-abandonar-ninguem-e-compromisso-do-estado201d