Isabel Freitas participou de audiência com o ministro da Saúde e a minista das Mulheres no lançamento do Fórum de Mulheres na Saúde, espaço permanente para debater e fortalecer políticas públicas de saúde para as mulheres.

O Fórum reunirá lideranças femininas e representantes de movimentos sociais para discutir temas como saúde sexual e reprodutiva, parto e pós-parto, menopausa, saúde menstrual, saúde mental, violência de gênero e prevenção de cânceres femininos.

 

 


Ministro Padilha  e a ministra Márcia Lopes lançam Fórum de Mulheres na Saúde para ouvir, cuidar e fortalecer políticas de gênero no SUS

Lançamento integra ações do Governo Federal para promoção dos direitos das mulheres e ampliação do acesso à saúde

 

Ministério da Saúde - 28 de outubro de 2025

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Foto: Karina Zambrana OPAS/OMS

 

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e a ministra das Mulheres, Márcia Lopes, lançaram nesta terça-feira (28), na sede da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), o Fórum de Mulheres na Saúde. A iniciativa reforça o compromisso do Governo Federal com a equidade de gênero e com a valorização da presença feminina no SUS. O espaço permanente de debate e construção coletiva tem como objetivo fortalecer as políticas públicas de saúde voltadas às mulheres, promovendo a saúde integral e ampliando a participação social no SUS.

“É uma alegria instalar esse fórum, demanda que combinamos durante a transição de cargo. Esse é um espaço de articulação da sociedade civil, pois acreditamos que qualquer política pública deve ter um espaço permanente com as lideranças da sociedade civil que poderão interagir e cobrar, sobretudo quando tratamos da saúde integral das mulheres, prioridade absoluta do presidente Lula e do Ministério da Saúde”, disse o ministro Alexandre Padilha.

O Fórum, de caráter consultivo e propositivo, aborda temas essenciais para a saúde das mulheres, como saúde sexual e reprodutiva, atenção ao parto e pós-parto, menopausa, saúde menstrual, violência de gênero, saúde mental e prevenção de cânceres femininos. A iniciativa busca garantir que as políticas públicas atendam às reais necessidades das mulheres brasileiras, ampliando a equidade e fortalecendo o cuidado no SUS. A próxima reunião está marcada para janeiro de 2026.

Hoje, as mulheres representam 65% dos profissionais de saúde no país e 75% da força de trabalho do SUS, totalizando mais de 2 milhões de trabalhadoras que tornam o sistema mais humano, eficiente e próximo da população.

O lançamento do Fórum integra um conjunto de ações do Governo Federal para promoção dos direitos das mulheres e ampliação do acesso à saúde, incluindo o Programa Dignidade Menstrual, criado em 2024, que já beneficia 3,7 milhões de mulheres e meninas com a distribuição gratuita de 392 milhões de absorventes, em um investimento superior a R$ 195 milhões. Outras políticas estratégicas incluem a Rede Alyne, que destina R$ 1,2 bilhão à atenção materna e infantil, e as Salas Lilás, voltadas ao acolhimento de mulheres vítimas de violência.

Ainda na programação do Outubro Rosa, o Ministério da Saúde reforça ações voltadas à saúde da mulher, como a ampliação do acesso a métodos contraceptivos, incluindo o Implanon, UBS de todo o país passam a disponibilizar a autorização para retirada de absorventes menstruais às beneficiárias do Programa Dignidade Menstrual, o acesso à mamografia a partir dos 40 anos para diagnóstico precoce do câncer de mama, a disponibilização de novos medicamentos para tratamento da doença e a ampliação dos serviços de radioterapia.

O Fórum é coordenado pelo Ministério da Saúde, em parceria com o Ministério das Mulheres. A mesa inaugural contou com a presença de lideranças femininas, representantes de movimentos sociais de todo o país, além da segunda-dama Lu Alckmin, e das personalidades Luiza Trajano e Luiza Brunet, reforçando a mobilização em prol da saúde, dos direitos das mulheres e da equidade no Brasil. 

Ministério da Saúde

fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2025/outubro/ministro-padilha-lanca-forum-de-mulheres-na-saude-para-ouvir-cuidar-e-fortalecer-politicas-de-genero-no-sus