Estado registrou 27 mortes no ano passado, representando 10,54% do total nacional

Publicado quinta-feira, 19 de janeiro de 2023 às 19:09 h | Atualizado em 19/01/2023, 19:13 | Autor: A TARDE
 
Em território nacional 256 pessoas do grupo LGBT+ foram mortas em 2022
Em território nacional 256 pessoas do grupo LGBT+ foram mortas em 2022 - 
 

O estado da Bahia foi o que mais registrou mortes violentas de LGBT+ em 2022, aponta uma coleta do Grupo Gay da Bahia (GGB). Ao todo, foram 27 mortes, representando 10,54% do total do país.

De acordo com a pesquisa, em território nacional, durante o mesmo período, foram 242 homicídios e 14 suicídios, totalizando 256 pessoas do grupo LGBT+ mortas.  Atrás da Bahia, aparecem São Paulo com 25, Pernambuco (20) e Minas Gerais (18).

O GGB aponta ainda que a região Nordeste é a mais violenta para a população LGBT+, com 43,3% das mortes, ou 111 casos no ano passado. A média nacional em 2022 foi de 0,13 mortes por 100 mil habitantes. Os registro em recorte nacional são ainda mais alarmantes. No total de casos, um LGBT+ é morto a cada 34 horas.

A coleta indica que gays foram 52% das vítimas, seguidos pelo grupo formado por travestis e transexuais, com 42,96%. A maioria das mortes foi de pessoas jovens, com idade entre 18 e 29 anos (43,7%).

No entanto, o número de casos com morte violenta dessa população foi inferior ao de 2021, quando foram identificadas 316 mortes. Uma queda de 19% dos casos de um ano para o outro.

O GGB levanta os dados para cobrar políticas públicas ao Estado, indicando a implantação do "Formulário de Registro de Ocorrência Geral de Emergência e Risco Iminente à Comunidade LGBTQIA+", chamado “Rogéria”, lançado pelo Conselho Nacional de Justiça em agosto de 2022.

O formulário deve ser usado em todas as unidades policiais do país para monitorar os casos de LGBTfobia letal, permitindo mapeamento para elaboração de políticas públicas de proteção à vida dos LGBT+, estimados em 10% da população brasileira.

fonte: https://atarde.com.br/bahia/bahia-foi-o-estado-com-mais-mortes-violentas-de-lgbt-em-2022-1217383

 


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