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As atrizes e influenciadoras Jessilane Alves, Sophia Abrahão, Amanda de Godoi e Polliana Aleixo estiveram em campo com o Greenpeace para ver de perto a destruição da floresta Amazônica

Julia Santos
GreenPeace - 16 de setembro de 2022

 

As atrizes e influenciadoras Jessilane Alves, Sophia Abrahão, Amanda de Godoi e Polliana Aleixo estiveram em campo com o Greenpeace para ver de perto a destruição da floresta

 

A atriz brasileira Sophia Abrahão e a bióloga e influenciadora digital Jessi Alves estiveram conosco em campo para testemunhar o impacto do desmatamento e das queimadas na Amazônia. © Tuane Fernandes / Greenpeace

Dias antes do INPE divulgar os dados atualizados de desmatamento na Amazônia, chegando a 1.661 km² em agosto, Jessilane Alves, Sophia Abrahão, Amanda de Godoi e Polliana Aleixo estiveram conosco em Porto Velho, entre os dias 31 de Agosto e 03 de Setembro, para ver de perto a intensidade da destruição que está assolando a floresta amazônica nos últimos meses.

A atividade proposta pelo Greenpeace Brasil teve como alvo a região da AMACRO. Nessa região, a cidade de Porto Velho tem se consolidado como uma verdadeira capital regional da economia da destruição, marcada pela expansão predatória do agronegócio, grilagem e retrocessos socioambientais, por isso, foi a base escolhida pela equipe para essa experiência.

Sobrevoando a região, o grupo avistou extensas áreas desmatadas nos últimos meses e já consumidas pelo fogo –  polígonos de 100 a 2300 hectares, que correspondem, respectivamente, de 140 a 3200 campos de futebol padrão Fifa.

 


Foto tirada em Setembro de 2022. © Tuane Fernandes/Greenpeace Brasil

“Foi uma experiência muito impactante, quando a gente vê essa área grande sendo devastada é um pedaço do coração que fica ali e a gente sabe que, infelizmente, o prognóstico é negativo. Então, é um misto de emoções: muita frustração e tristeza de ver tudo isso que está acontecendo”, contou a atriz Sophia Abrahão.


Sophia Abrahão participou de um dos ciclos de sobrevoo propostos pelo Greenpeace Brasil na região da AMACRO, em Setembro de 2022. © Tuane Fernandes/Greenpeace Brasil

“É assustador, a gente consegue ter uma visão de áreas totalmente preservadas, uma floresta super fechada, bem densa, e logo em seguida você vê áreas totalmente abertas, desmatadas, queimadas. Algumas áreas nós nem conseguimos ver o solo direito, porque tinha muita concentração de fumaça. Fora isso, tem outras questões, como a forma como isso impacta diretamente nossa vida, nosso cotidiano, tanto em relação a questões ambientais, mas também saúde pública, toda essa massa de fumaça, que é formada a partir das queimadas, vai migrando pras cidades.”, contou a bióloga e influenciadora Jessilane Alves.

 


Junto com Sophia, Jessi também participou de um dos ciclos de sobrevoo propostos pelo Greenpeace Brasil na região da AMACRO, em Setembro de 2022. © Tuane Fernandes/Greenpeace

A viagem também contou com uma parte terrestre, na região de Candeias do Jamari, segundo município mais desmatado em Rondônia, entre agosto de 2020 e julho de 2021, ficando atrás apenas de Porto Velho. Lá, puderam ver de perto áreas recém queimadas.


Na foto temos Sophia, Jessi e a porta-voz da campanha de Amazônia do Greenpeace Brasil, Cristiane Mazzetti, na região de Candeias do Jamari, no dia 01 de Setembro de 2022.

Quando perguntamos sobre a gravidade da situação, a atriz Amanda de Godoi declarou: “a situação é absolutamente grave, e eu acho que essa é a importância de estarmos aqui pra passar a informação e compartilhar conhecimento, só com essa conexão que conseguiremos de fato conscientizar e buscar diminuir ou frear, porque tem coisas que já não voltam mais. A nossa geração é a última que pode realmente reverter essa situação.”


Amanda de Godoi, atriz brasileira, também participou de um dos ciclos de sobrevoo propostos pelo Greenpeace Brasil na região da AMACRO, em Setembro de 2022. © Nilmar Lage/Greenpeace Brasil

Dados do INPE, divulgados no dia 01 de Setembro, mostram que agosto registrou 33.116 focos de calor no bioma Amazônia – todos ilegais, já que desde 23 de junho está em vigor o Decreto Nº 11.100  que proíbe o uso do fogo na Amazônia e Pantanal. O número alarmante mostra que não existe uma política séria de combate ao desmatamento e queimadas na Amazônia que, além de destruir a rica biodiversidade da floresta, enchem as cidades da região de fumaça e fuligem.“Para isso (desmatamento e queimadas) acontecer, realmente tem que ter uma organização de pessoas muito engajadas pra fazer e é isso que mais me assusta. A gente chegou (em Candeias do Jamari) e já tinha barulho de motosserra, e desde que chegamos eles estão cortando árvores.”, relatou Polliana Aleixo. 

 

 

fonte:https://www.greenpeace.org/brasil/blog/a-realidade-das-queimadas-na-amazonia-em-2022/

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